quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Artistas trazem novidades ao público

Por Thalita Peres
Você já se perguntou como seria o mundo se não existisse a música?! No mínimo seria estranho... Isso porque convivemos com o som das coisas desde nosso nascimento. A música é uma das mais antigas formas de expressão do ser humano, e segundo alguns estudos já se sabe que, o aprendizado musical é um fator importantíssimo para o desenvolvimento do homem em meio à sociedade.

E foi pensando nisso que a Pró Música foi fundada. Com mais de 30 anos, a escola de música, que fica no bairro Cambuí em Campinas, oferece os cursos teóricos e práticos para todas as faixas-etárias. A assessora de comunicação, Maríra Góia, comenta que para a instituição todos são capazes de aprender música: “Crianças, adolescentes, jovens e adultos podem perseguir seus sonhos, orientados por professores dedicados e sensíveis à necessidade de cada aluno”.

O corpo docente é composto por 26 professores. O aluno pode escolher a as aulas de canto, ou instrumentais, como violão, saxofone, piano, etc. A fim de desenvolver a sensibilidade musical. “A escola se torna uma referência também na promoção de eventos de boa qualidade e, principalmente, gratuitos em Campinas!”, completa Maíra

Novamente, pensando na importância da música na vida das pessoas, em 2008 nasceu o projeto “Pró Música ao Vivo”, que é um espaço fixo para que os músicos e artistas da região possam mostrar seu trabalho. O encontro é quinzenal, sempre as quintas-feiras. O projeto amplia o contato com músicos profissionais e mostram aos alunos uma variedade de instrumentos musicais.E pode fazer com que os gostos musicais sejam aprimorados.




O grupo Terra Viva, que apresentará no dia 18 de novembro, é um exemplo. A preocupação do grupo, formado por quatro integrantes, é sensibilizar o público através da do jazz e da música instrumental brasileira e, mostrar o quanto o sons dos instrumentos podem trazer admiração e ser apreciado. O baixista do quarteto, Cleiton Dias, formado pelo Conservatório de música Tom Jobim, recorda que o Brasil é muito rico ritmicamente, pois podemos encontrar aqui o afoxé, bastante difundido em Salvador (BA). Também na região nordestina, temos o baião, a ciranda, o xote, o maracatú, frevo, quadrilha, entre outros. Não podemos deixar de citar também o estilo mais conhecido mundialmente: o samba. “Esses estilos foram usados na música instrumental brasileira de uma forma jazzistica, que dá todo o tempero e a magia da nossa música instrumental, tendo, artistas como Hermeto Pascoal e Egberto Gismont”.

O instrumentista declarou que as pessoas têm pouco acesso ao gênero musical instrumental, pois não é muito difundida nos meios de comunicação. Na verdade não há um mercado para esse gênero: “Fazemos música, na maioria das vezes, simplesmente pelo grande amor que temos por ela”.

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